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Continuação...

A doença poderia ser secundária de infecção respiratória virótica ou bacteriana, mas em outros cavalos não havia uma causa óbvia preciptadora e o dono simplesmente informava que o cavalo estava decaído e fraco. Devido à semelhança com as síndromes humanas pós viróticas ou virose persistente, pensou-se que o responsável fosse um agente virótico, mas até agora não se produziu isolamento ou identificação de nenhum vírus.

Sem nenhum tratamento, alguns cavalos se recuperariam com descanso e tempo, mas em outros ficariam letárgicos por meses até o final. Nessa esperiência, suplemento multivitáminico, antibiótico e terapias normais fracassaram. Foram tratados casos de leucopenia persistente e letargia com gel oral de Aloe em uma proporção de 240ml por dia de 3 a 5 semanas. Todos os cavalos incluídos no teste tiveram leucopenia e depressão, mas sem outros sinais de doenças ou infecção. Alguns receberam previamente outros tratamentos, inclusive multivitaminas e imunoestimulantes, como extrato de paredes de células de bactérias ou levamisole. Nenhum dos cavalos recebeu tratamento coincidente enquanto se tratava com Aloe Vera.

Os resultados indicam que significativa porção dos cavalos responde à medicação com Aloe oral. Nos animais que mostraram aumento no total de leucócitos, houve também aumento na vitalidade e tolerância a exercícios. Os animais que não melhoraram forma separados para descansar mais. Estes resultados são significativamente melhores que os de experiência com outros tratamentos ou só com descanso.

A eficácia tópica do extrato de Aloe vera foi menos fácil de monitorar porque há terapias médicas provadas e efetivas contra a maioria das doenças epidérmicas em eqüinos e os proprietários se mostram renitentes em permitir que se teste um produto se esse tratamento exige deixar de lado remédios, já provados. Usamos, porém, gel tópico de Aloe para tratamento da dermatose micótica circunscrita (tinha) em cavalos com poucas lesões. A resposta à aplicação de 3 vezes diárias do gel tópico por uma semana foi pelo menos tão efetiva como a aplicação de Eniconazole. A "febre do barro" foi tratada com aplicação de extrato de Aloe vera junto a trocas de administração para assegurar limpeza e secagem das patas; nestes casos a resolução foi igualmente rápida com extratos de Aloe como com os tópicos antibióticos e antiinflamatórios.

A hipersensibilidade ao contato (placa urticária) foi tratada com tópicos de Aloe vera em certa quantidade de cavalos. A evidência da inflamação se reduziu tão rapidamente como se esperaria com antiinflamatórios sistêmicos ou tópicos convencionais. As feridas infectadas e tratadas com a aplicação do gel de Aloe vera sararam de maneira satisfatória sem cobertura adicional antibiótica e sem desenvolvimento de muito tecido de granulação, memso quando estavam situadas em arcas móveis das patas.

Apesas das limitações desta forma de sestudo clínico, acreditamos que há benefícios terapêuticos a conquistar com a administração dos extratos de Aloe vera. O ceticismo se dá porque os produtos foram promovidos de forma totalmente não-científica e porque não há analise detalhada dos compostos químicos que os compõe. O valor dos medicamentos derivados desta planta está, porém, bem estabelecido e a aceitação geral dos agentes terapêuticos tais como digexin,os salicilatos, atropina, piretro e a cocaína indicam que produtos derivados de plantas, potencialmente úteis; não devem ser deicados de lado como"alternativos" simplesmente porque não foram exaustivamente analisados e documentos.

"INFORME AGRO PECUÁRIO" - VEÍCULO OFICIAL DE INFORMAÇÃO DO SINDICATO RURAL DE CAMPO GRANDE-MS