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JORNAL DA FAMÍLIA
Rio, 14 de março de 2004 Versão impressa
O poder rejuvenescedor da babosa

Antônio Marinho

Em forma de creme, loção, gel e até suco, a aloe vera (mais conhecida como babosa) poderia ser sinônimo de rejuvenescimento e bem-estar. Segundo especialistas em farmacologia e fitoterapia, a planta tem propriedades cicatrizantes e antioxidantes, regenera os tecidos, além de ser um santo remédio para os intestinos. Mas os mesmos pesquisadores advertem: consumida em excesso, a aloe vera pode até ser prejudicial.

A pesquisadora Mônica Lacombe Camargo, autora de “Saúde & Beleza Forever - Seu guia contemporâneo de nutrição e higiene” , diz que a aloe é conhecida por desobstruir o fígado, os intestinos, os pulmões e os rins. É o que ela chama higienização do organismo. Estudos indicam que a planta é eficaz para baixar o colesterol.

— Usado em forma de gel, a aloe atua sobre a pele e, quando ingerida, é boa para a mucosa gastrointestinal. Ela hidrata os tecidos conjuntivos e as células ficam mais livres para receber os nutrientes. É uma rica fonte de enzimas, com pelo menos 92 diferentes — explica Mônica.

Ela sugere, para úlcera e gastrite, ingerir uma pequena dose de aloe meia hora antes das refeições, como forma de proteger e promover a cicatrização da mucosa do estômago. É importante consultar o médico para saber se há contra-indicação.

— Outra pequena dose deve ser consumida após a refeição para que suas enzimas possam auxiliar a decomposição dos alimentos. A ingestão diária de aloe vera deve ser um hábito de higiene diário como escovar os dentes — recomenda.

Para a autora, não faltam motivos para fazer da aloe um nutriente essencial para a longevidade. A planta teria ação reguladora sobre os níveis de colesterol e outras gorduras.

— A aloe reduz o risco de doença coronariana. Para lesões, tem poder de ação contra focos inflamatórios, além de atenuar a sensação de dor. A planta é conhecida por seus efeitos contra acne, celulite, dermatite, eczema, estrias, manchas e ressecamento da pele — diz.

Para a pesquisadora, uma das melhores formas de se beneficiar dos efeitos da planta é usá-la em forma de suco. Ele é rico é vitaminas, aminoácidos, minerais e enzimas que agem diretamente nas células.

— Beber suco diariamente estimula o sistema imunológico. É um produto totalmente atóxico, recupera a mucosa e pode ser útil no tratamento da gastrite. A única contra-indicação é ser alérgico à substância — diz.

O consumo de aloe seria indicado até para pessoas submetidas a tratamento quimioterápico e de radioterapia.

— Ela potencializa a ação dos medicamentos e minimiza os efeitos colaterais dos tratamentos. No caso da radioterapia, a planta reduz a queda dos cabelos e a náusea — comenta.

O médico Alex Botsaris, especialista em plantas medicinais, reconhece os benefícios da aloe, mas lembra que não se deve abusar dela em forma de suco, para não irritar os intestinos:

— Cerca de 20ml por dia é suficiente para o bom funcionamento dos intestinos. Em excesso é prejudicial à saúde.

O farmacologista americano Earl Mindell, autor de “Vitaminas - Guia Prático de Medicamentos” (Melhoramentos), diz que a babosa contém a substância cicatrizante chamada de gel (a aloe), uma mistura de antibióticos, adstringentes e coagulantes. E poderia ser consumida como um laxante suave:

— Uma colher de sopa a intervalos regulares, de preferência de estômago vazio, pode ser bom no tratamento das úlceras estomacais.

Na área da medicina estética, a aloe teria ótimos efeitos. Segundo Mindell, aplicada no rosto e no pescoço, suaviza a pele e ameniza as rugas. Ungüentos, cremes e loções de gel de aloe podem prevenir a formação de bolhas e a escamação da pele por queimadura de sol. E ajuda ainda a amolecer calos e calosidades dos pés, além de ser um excelente condicionador de cabelos. Mas é preciso tomar cuidados para não exagerar.

— Usada como ungüento, a babosa pode causar, em pessoas sensíveis, fissuras, rachaduras, coceiras e outras reações alérgicas. E pode ser perigosa se ingerida por mulheres grávidas — alerta Mindell.

A médica Mônica Linhares, especialista em estética, confirma os poderes da planta e diz que tem prioridade regeneradora e recupera a pele cansada.

— Ela tem princípios ativos emolientes e ação anti-radicais livres, que ativam as células e retardam o envelhecimento precoce — diz.

Segundo Mônica, o produto pode ser formulado em loções, cremes, tônicos e sabonetes e aplicado em qualquer idade. E a combinação com outros princípios ativos deve ser escolhida pelo médico de acordo com três fatores: tipo de pele, necessidade específica e idade e definição da duração do tratamento.

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